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Linha do tempo

Clique nas imagens ou na linha do tempo para conhecer os marcos da OGX rumo ao primeiro óleo.

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Descoberta da acumulação de Waimea através do poço OGX-3

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Realizado teste de formação no poço OGX-3

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Início da customização do FPSO OSX-1, em Cingapura

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OGX perfura o primeiro poço de delimitação da acumulação de Waimea

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Poço OGX-21D confirma extensão do reservatório Waimea

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OGX recebe primeira árvore de natal molhada de produção

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OGX conclui a perfuração do poço OGX-26, o primeiro poço produtor de Waimea

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Amarras do sistema de ancoragem do FPSO OSX-1 chegam ao Brasil

Boia desconectável fica pronta em Batam, na Indonésia

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Estacas chegam para compor sistema de ancoragem do FPSO OSX-1

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Cabos de aço, terceiro item do sistema de ancoragem do FPSO OSX-1, já foram entregues

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OGX realiza Audiência Pública para licenciamento da produção

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Primeira unidade de produção da OGX rumo ao Brasil

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Boia desconectável a caminho do Brasil

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OGX recebe Licença Prévia e Licença de Instalação para Teste de Longa Duração em Waimea

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OGX assina primeiro contrato de comercialização do petróleo de Waimea

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FPSO OSX-1 chega ao Rio de Janeiro

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Diversos equipamentos já instalados para o início da produção em Waimea

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OGX conclui instalação dos equipamentos e OSX-1 sai do Porto do Rio

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OGX recebe Licença de Operação (LO) para início da produção

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FPSO OSX-1 segue rumo à Bacia de Campos

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OGX inicia Teste de Longa Duração e produção do primeiro óleo

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OGX entrega primeira carga do óleo de Waimea à Shell

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Descoberta da acumulação de Waimea através do poço OGX-3

No dia 18/12, a OGX anunciou a descoberta de uma coluna com hidrocarbonetos superior a 130 metros e net pay ao redor de 80 metros na seção albiana do poço OGX-3. Em 28/12, com a continuidade da perfuração deste poço, foi identificada uma coluna de hidrocarbonetos superior a 180 metros com net pay ao redor de 50 metros nas seções aptiana e barremiana.

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Realizado teste de formação no poço OGX-3

Após concluir a perfuração do poço OGX-3, que seguiu até 4.084 metros de profundidade, a OGX realizou um teste que confirmou potencial de produção de 3.000 barris de petróleo por dia em poço vertical e qualidade do óleo em torno de 20º API. Desde então, a OGX já planejava desenvolver a acumulação de Waimea através de poços horizontais, a fim de aumentar o potencial por poço e ganhar em termos de produtividade.

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Início da customização do FPSO OSX-1, em Cingapura

O FPSO OSX-1 começou a ser customizado em Cingapura, a fim de ser adaptado de acordo com as características do óleo de Waimea. Novos módulos estão sendo instalados no navio, que será utilizado pela OGX no início de sua produção na Bacia de Campos.

Conheça a estrutura e detalhes dessa unidade de produção

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OGX perfura o primeiro poço de delimitação da acumulação de Waimea

A OGX iniciou, com a sonda Sea Explorer, o poço OGX-21D, primeiro poço delimitatório da acumulação Waimea, descoberta pelo poço pioneiro OGX-3.

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Poço OGX-21D confirma extensão do reservatório Waimea

A OGX identificou uma coluna de hidrocarbonetos de aproximadamente 21 metros e net pay de 14 metros na seção albiana do poço OGX-21D. Reservatórios correspondem aos mesmos descobertos pelo poço pioneiro OGX-3, comprovando a extensão da acumulação de Waimea.

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OGX recebe primeira árvore de natal molhada de produção

A OGX recebeu seu primeiro equipamento de produção: uma árvore de natal molhada fabricada pela parceira GE Oil & Gas. Este é o primeiro equipamento do gênero encomendado por uma empresa privada nacional. A árvore de natal molhada é instalada para permitir a produção de poços submarinos e é composta de um conjunto de válvulas e sensores de temperatura e pressão.

Conheça os principais equipamentos do modelo de produção

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OGX conclui a perfuração do poço OGX-26, o primeiro poço produtor de Waimea

A OGX concluiu a perfuração do poço OGX-26, que possui um trecho horizontal de 1.000 metros de extensão. A empresa realizou um teste de formação que indicou potencial produtivo de até 40.000 barris por dia de óleo de boa qualidade, de aproximadamente 20° API e IP de 100 m³/dia/kgf/cm². O resultado do teste foi similar aos melhores já realizados no País e surpreendeu positivamente o time da OGX.

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Amarras do sistema de ancoragem do FPSO OSX-1 chegam ao Brasil

Chegaram ao Brasil as amarras que irão compor o sistema de ancoragem do FPSO OSX-1. Fabricadas na Espanha, elas são compostas de 10 tramos de 720 metros, diâmetro de 132 milímetros, e têm peso total de 2.500 toneladas.

Conheça os principais equipamentos do modelo de produção

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Boia desconectável fica pronta em Batam, na Indonésia

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Estacas chegam para compor sistema de ancoragem do FPSO OSX-1

As 10 estacas que compõem o sistema de ancoragem do FPSO OSX-1 chegaram ao Brasil. Elas foram fabricadas na China e pesam 107 toneladas cada uma, medindo 33,6 metros de comprimento e 2,3 metros de diâmetro.

Conheça os principais equipamentos do modelo de produção

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Cabos de aço, terceiro item do sistema de ancoragem do FPSO OSX-1, já foram entregues

Chegaram ao Brasil os 10 cabos de aço responsáveis por ligar as amarras, recebidas em fevereiro de 2011, e a boia desconectável que compõem o sistema de ancoragem do FPSO OSX-1. Este sistema garante que a embarcação se mantenha fundeada no local do poço OGX-26. Os cabos, fabricados na Noruega, têm 240 metros de comprimento e pesam 17 toneladas cada.

Conheça os principais equipamentos do modelo de produção

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OGX realiza Audiência Pública para licenciamento da produção

Foi realizada no dia 16/07, em Macaé (Rio de Janeiro), a Audiência Pública referente ao processo de licenciamento para o início da produção da OGX na Bacia de Campos, reunindo mais de 530 pessoas. Na ocasião, foram apresentados o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o projeto de produção da OGX em Waimea. A comunidade pôde tirar dúvidas sobre o negócio, possíveis impactos ambientais e outras questões de seu interesse, sendo um importante canal de diálogo entre a empresa e a sociedade civil.

Saiba mais sobre o licenciamento ambiental

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Primeira unidade de produção da OGX rumo ao Brasil

Foi realizada em Cingapura, no dia 13/08, a cerimônia de sail away da primeira unidade de produção, armazenamento e transferência de óleo (FPSO) da OGX. O OSX-1, que foi customizado no estaleiro da Keppel, partiu no dia 17/08 para o Brasil para ser instalado na Bacia de Campos, onde fará parte da produção do primeiro óleo da OGX.

Conheça a estrutura e detalhes dessa unidade de produção

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Boia desconectável a caminho do Brasil

A boia desconectável que compõe o sistema de ancoragem do FPSO OSX-1 saiu de Batam, na Indonésia, e chegará ao Rio de Janeiro em setembro. A boia será responsável por interligar o OSX-1 ao primeiro poço produtor da OGX, o OGX-26, através de linhas flexíveis e umbilicais.

Conheça os principais equipamentos do modelo de produção

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OGX recebe Licença Prévia e Licença de Instalação para Teste de Longa Duração em Waimea

A OGX recebeu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a Licença Prévia (LP) e a Licença de Instalação (LI) referentes ao Teste de Longa Duração (TLD) e Desenvolvimento da Produção de Waimea, no bloco BM-C-41, na bacia de Campos.

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OGX assina primeiro contrato de comercialização do petróleo de Waimea

A OGX assinou contrato de comercialização com a Shell Western Supply and Trading Ltd para as duas primeiras cargas referentes à produção de petróleo da acumulação de Waimea. Foi negociado um volume total de 1,2 milhão de barris, que será embarcado em dois lotes de 600 mil barris cada, para os quais a Shell tem intenção de processar em uma de suas refinarias. O óleo de Waimea, de 20° API, será produzido pelo FPSO OSX-1, através do Teste de Longa Duração do poço OGX-26HP na bacia de Campos. Adicionalmente, Shell e OGX assinaram uma Carta de Intenções para buscar oportunidades em logística, compra e venda de petróleo, gás natural e desenvolvimento de novos negócios.

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FPSO OSX-1 chega ao Rio de Janeiro

O FPSO OSX-1, a primeira unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo e gás encomendada pela OGX, chegou ao Rio de Janeiro, concluindo com êxito a sua viagem de Cingapura para o Brasil. O trajeto teve a duração de 45 dias. Destino do FPSO OSX-1 será a acumulação de Waimea, na Bacia de Campos, onde a unidade dará início ao processo de produção do primeiro óleo da companhia.

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Diversos equipamentos já instalados para o início da produção em Waimea

Os preparativos para a produção do primeiro óleo da OGX em Waimea, na Bacia de Campos, estão em andamento e diversos equipamentos já se encontram instalados na locação, como as estacas, amarras e o arco flutuante submerso (MWA). Na próxima etapa, a boia será interligada às amarras através do uso de cabos.

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OGX conclui instalação dos equipamentos e OSX-1 sai do Porto do Rio

A OGX concluiu a instalação dos equipamentos que compõem o sistema de ancoragem do primeiro poço produtor, OGX-26, ao FPSO OSX-1. A unidade saiu do Porto do Rio e passou por testes e inspeções finais antes de seguir para a locação de Waimea, na Bacia de Campos.

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OGX recebe Licença de Operação (LO) para início da produção

A OGX recebeu do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) a Licença de Operação (LO) autorizando a operação da unidade FPSO OSX-1 e respectivas estruturas submarinas referentes ao Teste de Longa Duração (TLD) e Desenvolvimento da Produção de Waimea, no bloco BM-C-41, na Bacia de Campos. Companhia dá importante passo para o início do TLD e aguarda a partida do FPSO OSX-1 rumo à locação de Waimea.

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FPSO OSX-1 segue rumo à Bacia de Campos

O FPSO OSX-1 seguiu do Rio de Janeiro rumo à locação de Waimea, na Bacia de Campos, onde inicia a produção do primeiro óleo da OGX.

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OGX inicia Teste de Longa Duração e produção do primeiro óleo

Pouco mais de dois anos após a descoberta da acumulação de Waimea, a OGX produz seu primeiro óleo com o início do Teste de Longa Duração (TLD). A companhia é a primeira operadora privada a produzir petróleo no mar no País e realiza este feito em prazo recorde na indústria mundial.

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OGX entrega primeira carga do óleo de Waimea à Shell

A OGX entregou no dia 28/03 a primeira carga de aproximadamente 600 mil barris de óleo à Shell. Com o procedimento finalizado, foi emitido o Bill of Lading (certificado de embarque do navio) comprovando o carregamento no navio aliviador.

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